RBC AM 580

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

LIÇÃO 6 – JESUS ENSINA SOBRE A ORAÇÃO

Ao Mestre
Prezado (a) quero  lhes falar acerca da necessidade de inteiração entre o aluno e o professor, e, que essa inteiração é muito valiosa no processo de aprendizagem do aluno (a qual deve ser a nossa meta); entre outras coisas,  nós professores, devemos manter nossos alunos em contato com a realidade, pois é muito comum entre os professores de Escola Dominical, utilizar-se da preleção para ministrar nossas aulas, que do começo ao fim de cada trimestre, os alunos ouvem explanações e comentários transmitidos oralmente.
 É necessário, que o professor procure planejar suas aulas de maneira a usar recursos didáticos de visualização para nossas aulas, pois assim nossos “pequenos” terão maior possibilidade de entender e assimilar o que estamos dizendo, pois quando representamos graficamente aquilo que estamos narrando, a imagem é gravada na imaginação do aluno, por intermédio da visão.
Então amados (as), procure inovar suas aulas, dedicar-se a elaborar visuais, gravuras, recortes de jornais e revistas, maquetes, enfim, tudo o que você puder dispor, e usar de criatividade para que suas aulas sejam dinâmicas e contagiantes. Com certeza grande será os resultados e também sua satisfação quando ver seus alunos entusiasmados e interessados nas aulas.
Boa Aula!

Texto Bíblico: Mateus 6.5-13
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
Compreender o valor da oração, pois oração é uma conversa entre amigos que se amam.
Introdução
Orar é comunicar se com Deus.
Como Deus é pessoal, todas as pessoas podem comunicar se com Ele em oração.
Porém, devemos aprender a orar de forma eficaz, ou seja, orar de forma que nossas orações sejam atendidas por Ele.
Jesus ensina sobre a oração
Gosto muito de pensar sobre oração. Sabe por que?
Porque é a forma como nós conversamos com Deus e imagino que nem sempre eu seja uma pessoa agradável nas minhas conversas com Ele.
Você já conversou com alguém que fosse desagradável?
Eu já e é horrível ouvir aquela pessoa. Sempre negativa, resmungona, nada tem de bom para contar. É necessário conversar com pessoas assim, mas o que estou dizendo é que para mim certas conversas são desagradáveis.
Por isso eu não gostaria de ser uma pessoa enjoada nas minhas conversas com amigos, conhecidos e parentes, mas sim ter um diálogo que fizesse bem aos que me cercam. E mais: eu gostaria muito de ser uma filha (o) bem agradável para Deus. Eu sinto desejo de chegar perto Dele da forma correta, sem fingir coisa alguma, mas também sem ser exigente, como alguns filhos o são com seus pais. Eu quero ser suave e obediente e de cultivar uma relação saudável com Deus, enquanto converso com Ele.
A sinceridade na conversa com o Pai
Para que eu consiga conversar com Deus e ao mesmo tempo ter um diálogo produtivo, há algumas coisas que Jesus me ensinou. Todas são importantes e nem seria uma boa idéia tentar dizer quais as mais importantes, porque não daria certo.
Jesus me ensinou, por exemplo, que eu preciso ser muito sincera na minha conversa com o Pai. Fico imaginando a razão para Jesus destacar isto, porque se eu estou dialogando com Deus que sabe todas as coisas porque Ele as criou, claro está que de nada adiantaria eu aparecer com sentimentos que não correspondessem à verdade, porque seria perda de tempo.
Por que, então, Jesus falou: "e, quando orares, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas; e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa." ( Mt 6.5).
Qual teria sido a razão de Jesus?
Para compreendermos é preciso saber como as coisas aconteciam naquela época. Havia um lugar para onde os judeus se dirigiam para orar. Eram as sinagogas, que ficavam nas cidades e também no Templo, este em Jerusalém. Vamos pensar em sinagogas como casas onde pessoas combinavam de se encontrar para ler a Torah, ou seja, os livros da Lei, os escritos e os profetas. Eles costumavam orar ali. Para eles, era o cumprimento da Lei. Jesus também freqüentava a sinagoga.
Acontece que alguns imaginavam que deveriam mostrar a todos o que estavam fazendo, o quanto eles eram bons no cumprimento da Lei. Esses faziam as orações de pé e no caminho, nas esquinas, como se desejassem que todos soubessem o quanto eles eram bons. Jesus ensinou que aquelas pessoas queriam ser vistas, admiradas, olhadas. Elas já haviam conseguido o que desejavam porque toda a cidade falava a respeito da dedicação deles. Já que haviam conseguido, não precisavam ser ouvidos por Deus.
Aqui Jesus está nos orientando sobre o que realmente devemos ter no coração quando falamos com Deus. O que eu estou procurando quando decido separar alguns minutos para conversar com meu Pai? É disso que Jesus se ocupa. Deus somente irá me ouvir, se o meu coração estiver igual às minhas palavras. Pense nisto.
Jesus fala da atitude na oração
Quando Jesus ficava conversando com discípulos e pessoas interessadas a respeito dos assuntos do Reino de Deus e do ministério que Ele estava iniciando, uma das coisas que quis deixar bem claro foi a atitude da pessoa diante do Pai, que entendemos como Deus, o Criador, no momento da oração.
Ele foi bem claro ao dizer que não era necessário ficar repetindo uma oração decorada, palavras sem quaisquer sentido mas pronunciadas por hábito e também quando mostrou que a oração não é oportunidade para exibição diante de pessoas.  
Prezado (a) enfatize aos pequenos  que Jesus ensinou, por meio da Palavra de Deus, a Bíblia, que orar é estar em absoluta comunhão com Deus, fechando toda oportunidade de distração ou de envolvimento com qualquer outro item. É simplesmente a conversa de uma pessoa com seu Pai, onde o coração determina que é proibido interromper.
Jesus ensina que o Pai está nos céus
Quando resolvo que devo aprender com Jesus a orar, logo me deparo com o início da oração que Ele ensinou: "Portanto, vós orareis deste modo: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome"  (Mt 6.9)
O que significa a expressão "que estás nos céus"?
 Para compreendê-la, devemos compreender o que as pessoas daquela época pensavam, para poder verificar o que Jesus quis denunciar ou mostrar.
Jesus, como bom professor e excelente comunicador que era, precisava ser compreendido pelos seus ouvintes. Para que isto acontecesse, usou uma expressão que seria comum para eles, alcançaria o objetivo. O que temos aqui é que Jesus quis chamar a atenção para uma situação e não um lugar geográfico. Estar nos céus não fala de geografia, mas da autoridade e do poder que Deus tem na qualidade de Criador e Governador de todas as coisas.
Para orar com inteligência, preciso saber que as coisas que cercam o Criador são de natureza diferente daquelas que temos aqui neste mundo. Meus assuntos podem ser comunicados com o vocabulário que eu conheço, mas serão tratadas por Deus, que é Criador e que não é limitado como as pessoas o são. Isso traz alimento para a minha fé, porque aquilo que eu falar com o Criador será tratado com o poder do Criador e não como se eu tratasse do tema com pessoas, mesmo as mais bem intencionadas que eu pudesse achar.
Se eu conseguir compreender bem o alcance dessa expressão mencionada por Jesus, conseguirei alcançar a paz que a conversa com Deus sempre traz. Estará tudo em ordem, porque Deus é conhecedor de todas as coisas e me ama, e me dará o que eu preciso.
Aplicação da Lição
Prezado (a) enfatize aos pequenos que se realmente desejamos que nossa oração seja eficaz, seja atendida pelo Senhor Deus, devemos guardar dentro de nós estas orientações que Jesus nos ensinou e nos unirmos no propósito da oração, aprendendo com Jesus uma intimidade séria, obedecendo  o Pai que tudo pode fazer.
Fontes  Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
Colaboração para o Portal Escola Dominical: Profª. Jaciara da Silva.

Fonte: PortalEBD

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